Tudo que você precisa saber sobre a Síndrome de Burnout

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Como anda a sua relação com o trabalho ultimamente? Se você vem vivendo uma maratona para superar a falta de motivação, aliada a uma sensação de desamparo com a certeza de que o quadro não tem solução, você pode ter Síndrome de Burnout.

Quem tem Burnout não consegue se reenergizar, está constantemente cansado e desmotivado. A noite de domingo geralmente se transforma em um suplício ao lembrar que na manhã do dia seguinte a semana de trabalho recomeçará.

Além disso, pessoas com a síndrome passam a maior parte da sua jornada de trabalho procrastinando tarefas ou consertando erros que cometeram por falta de atenção, o que provoca situações constrangedoras no ambiente profissional.

Identificou-se? Então acompanhe o texto para entender o que é esta síndrome e como superá-la.

O que é a Síndrome de Burnout?

A Síndrome de Burnout — ou a Síndrome do Esgotamento — foi descoberta na década de 70 por Herbert Freudenberger, um psicólogo estadunidense que avaliou o efeito da síndrome em si mesmo e em sua equipe. Desde então, vem adquirindo caráter de epidemia.

Pessoas acometidas pela síndrome apresentam um quadro de exaustão física, mental e emocional causado pelo estresse contínuo, fruto do excesso de pressão, projetos e atribuições no trabalho. A partir daí, as tarefas diárias — que inicialmente poderiam até ser prazerosas e desafiadoras — tornam-se insuportáveis, comprometendo o desempenho no trabalho e a estabilidade profissional.

Inicialmente associada a profissionais “extremos”, como médicos, enfermeiros, bombeiros e policiais, e a profissões de contato contínuo, como o ensino, hoje a síndrome pode aparecer em qualquer tipo de profissão, acometendo especialmente mulheres que fazem dupla jornada.

De maneira geral, a epidemia pode ser associada a conjunturas econômicas de alto desemprego, em que as exigências por um desempenho impecável são cada vez maiores. Nesse contexto, um mesmo funcionário acumula funções que, antigamente, eram desempenhadas por 3 ou 4 pessoas. O medo de ficar desempregado gera um estado constante de estresse em grande parte dos trabalhadores.

Por ser de difícil diagnóstico e muitas vezes confundida com a depressão, a Síndrome de Burnout provoca uma reação em cadeia: uma vez que a pessoa não consegue identificar o que está errado com ela e não encontra o tratamento adequado para o problema, os sintomas vão se intensificando e se acumulando.

Em casos mais graves, a doença pode evoluir para um quadro de depressão severa e levar, até mesmo, ao suicídio. Por isso, é importantíssimo identificar a síndrome o mais rápido possível e conhecer as medidas necessárias para superá-la.

Quais os sintomas da Síndrome de Burnout?

Uma pessoa acometida pela Síndrome de Burnout sente-se esgotada, tanto física como mentalmente, o que produz diversos efeitos em cascata. Vamos acompanhar cada um deles em uma determinada ordem para melhor compreendê-los. No entanto, cada pessoa possui um organismo, e os sintomas podem se dar em ordens diferentes ou ao mesmo tempo.

Competitividade excessiva

Ao contrário do que possa indicar a característica principal da síndrome, que é o esgotamento, o início costuma ser de entusiasmo excessivo. Você começa a sentir os estímulos fisiológicos do estresse e o organismo se coloca em alerta. Uma característica dessa fase é o excesso de competitividade com colegas. Há um desejo forte de se provar e mostrar que você tem capacidade.

Dificuldade de concentração

Você passa a achar extremamente difícil terminar uma tarefa que, antes, costumava ser simples. Os projetos maiores começam a embolar porque você não dá conta de realizar as ações necessárias. A sua produtividade cai: em média, uma pessoa com Burnout trabalha 5 horas a menos por semana, de acordo com um estudo realizado pela International Stress Management Association (Isma).

Alterações no humor e na memória

A inquietação provocada pela falta de concentração afeta diretamente o seu humor, que está mais instável. Você fica na defensiva com mais frequência, porque precisa responder às tarefas que não cumpriu. Com tanta coisa na sua mente, você passa a deixar de notar detalhes importantes, e lapsos de memória começam a provocar ainda mais atrasos e tarefas incompletas.

Sensação de isolamento

Nessa fase, seus relacionamentos começam a sofrer. Em parte, pela tristeza generalizada que o esgotamento provoca; ainda, porque você não tem cumprido com as suas obrigações no trabalho. Dentro do ambiente profissional, seus colegas passam a entrar em conflito, já que estão sempre tendo que corrigir seus “furos”. Na vida pessoal, você para de ver seus amigos ou familiares porque não consegue se desligar dos problemas do trabalho.

Dificuldades para dormir e relaxar

Seu sono está alterado e você não é mais capaz de entregar-se a uma noite de descanso reparadora. Já acorda cansado, passa a chegar atrasado no trabalho e a fadiga acumulada influencia ainda mais na instabilidade do humor, na atenção e na memória.

Perda de interesse nas atividades do dia a dia

O acúmulo de problemas passa a afetar a autoestima e a crença na sua capacidade. Você acredita que suas tarefas não têm valor e que você não é reconhecido pelas coisas que faz. Como um mecanismo de defesa, você se sente sem propósito e começa a perder o interesse nas atividades do seu trabalho.

Cenas raras passam a ser frequentes: você chega cada vez mais tarde e vai embora para casa cada vez mais cedo, mas isso não reduz o estresse ou permite qualquer descanso, uma vez que você não consegue se desligar.

Culpa

Por conta de todo esse contexto, você ainda se sente culpado, responsável pelos dilemas que está vivendo no trabalho. Passa a trabalhar horas extras na tentativa de evitar os problemas que sua falta de atenção, alterações de humor e lapsos de memória vêm criando. No entanto, em vez de produzir mais, você apenas fica mais exausto, o que acelera o quadro.

Alterações de percepção

Ocorre um processo de desumanização do seu ponto de vista. Se você lida com pessoas o dia todo, perde a capacidade de sentir empatia, reagindo de forma cínica e negativa aos problemas que se apresentam. Isso prejudica ainda mais seus relacionamentos dentro e fora do ambiente de trabalho.

Efeitos físicos

Como resposta ao enorme quadro de estresse em que você se encontra, seu corpo passa a reagir fisicamente. Dores de cabeça, fraqueza, náusea, dores musculares, problemas do trato intestinal e perda de desejo sexual são alguns dos sintomas físicos mais frequentes. Além disso, há uma queda na imunidade, fazendo com que você pegue mais gripes e viroses e falte mais frequentemente ao trabalho.

Como é possível perceber, tudo está, de alguma maneira, interligado. Os sintomas geram consequências que produzem mais sintomas, que, por sua vez, causam novos efeitos. Por isso, não é possível determinar qual é exatamente o primeiro sintoma da síndrome. No entanto, quadros mais leves podem ser identificados em tempo de sofrerem uma intervenção rápida e mais efetiva. Em breve falaremos disso.

O que dizem os estudos já realizados?

A Síndrome de Burnout tem demonstrado um crescimento exponencial ano após ano. Uma pesquisa feita entre 2013 e 2014 pelo braço nacional do Isma, que avaliou mil brasileiros entre 20 e 60 anos, concluiu que 30% dos profissionais apresentam estágios avançados da síndrome no país.

Dos que apresentaram a doença, cerca de 96% sentem-se incapacitados. Eles dividem suas reações entre o absenteísmo — faltando ao trabalho para realizar exames ou tratar de doenças como gripes e viroses, bastante comuns devido à baixa da imunidade provocada pela síndrome — e o presenteísmo, que a pesquisa classifica como estar de corpo presente, porém com a mente desligada do trabalho.

De forma a compreender melhor como os sintomas atuam em cada pessoa, a pesquisa questionou o que cada um sentia. Cerca de 97% dos entrevistados reportaram sentir exaustão; 91% relataram sentimentos como desesperança, solidão e raiva; 85% sentiram alterações na memória e na rapidez de raciocínio, além de baixa autoestima.

O Medscape Physician Lifestyle Report 2015, relatório divulgado em janeiro do mesmo ano com base em 20 mil entrevistas feitas em 2014, concluiu que 46% dos médicos estadunidenses têm Síndrome de Burnout. Em 2013, o resultado apontava uma taxa de 40%.

Estudos realizados no Reino Unido concluíram que 1 a cada 3 trabalhadores possui a Síndrome. Na Alemanha, onde as jornadas de trabalho são reduzidas, esse número cai para 8%, mas cresce.

Síndrome é mais frequente em mulheres

Pesquisas mostram que as mulheres são mais afetadas, representando 54% das pessoas que têm Burnout. Chegaram a essa conclusão Sheryl Sandberg, chefe operacional da rede social Facebook, e Adam Grant, professor da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, após analisar dados de 183 estudos da Síndrome de Burnout realizados no mundo todo.

Essa diferença se deve à já conhecida dupla jornada, que coloca a maioria das mulheres como as únicas responsáveis pelo gerenciamento doméstico, mesmo quando elas trabalham fora e em quantidade similar de horas que o homem da casa.

Além disso, no ambiente de trabalho é comum esperar que as mulheres se responsabilizem pelos serviços adjacentes do escritório, como atender ao telefone, fazer café, organizar aniversários e despedidas, além de suas tarefas regulares. Quando dizem não para essas tarefas adjacentes, há um impacto negativo na sua imagem profissional.

Qual o tratamento para a Síndrome de Burnout?

Sim, há uma saída para esse quadro desolador. Por ser um mal reconhecido pelas leis brasileiras como doença ocupacional, também classificada no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde), permite-se o afastamento do trabalho para tratamento.

Um acompanhamento psicoterapêutico é essencial, por oferecer a possibilidade de reavaliar pontos de vista. Pode ser combinado com antidepressivos nos casos mais extremos, para garantir um estímulo inicial e dar a coragem necessária para iniciar o processo de cura.  

Mas, vale ressaltar que apenas os remédios não são capazes de resolver o problema. Se forem os únicos recursos do tratamento, não haverá solução definitiva caso você volte ao seu ritmo antigo de trabalho. Portanto, uma série de outras atitudes precisam ser incorporadas na sua vida para conter o avanço ou o retorno da Síndrome.

Veja algumas sugestões que possuem alto impacto e podem auxiliar no tratamento.

Meditação e técnicas de relaxamento

A meditação possui um efeito muito positivo no tratamento da Síndrome, pois permite ao cérebro se reorganizar e acalmar. Diversos estudos comprovam que a meditação regular é capaz de alterar fisicamente a região do cérebro chamada hipocampo, responsável pela memória, aprendizagem e regulação das emoções.

Além disso, práticas como yoga, respiração e alongamentos auxiliam a estimular a circulação sanguínea e a sensação de relaxamento necessária para superar as crises no trabalho.

Exercícios físicos

Exercícios físicos eliminam o estresse e estimulam a produção de hormônios ligados ao bem-estar físico e mental. Certamente, essa sentença não parece uma novidade, de tanto que já foi dita e repetida por médicos e autoridades na área da saúde.

No entanto, não existe maior verdade. Encontre um exercício que você goste e que tenha a ver com seu estilo de vida — pode ser caminhada, corrida, pilates, natação, dança, ou qualquer outra atividade que proporcione o bem estar que você precisa para se recuperar.

Redução das atribuições

Você pode experimentar um retorno gradual às suas atividades. No entanto, especialmente durante o tratamento, você precisa reduzir a sua carga de atribuições. Muitas pessoas que apresentam os sintomas da síndrome saem de férias e passam a sentir-se melhor, mas quando voltam para a mesma rotina de antes retomam os mesmos sintomas rapidamente.

Por isso, considere negociar uma redução das suas atribuições no trabalho. Afinal, se você chegou no ponto do esgotamento total, é porque já estava sobrecarregado.

Relacionamentos com você e com os outros

Outra parte importante do tratamento é dedicar tempo para atividades que não estejam relacionadas ao trabalho. Retomar o contato com amigos e familiares, viajar, participar de atividades de lazer nos fins de semana, ir ao cinema, sair para dançar, enfim, buscar investir nos relacionamentos interpessoais.

Procure também alguma atividade prazerosa que você possa fazer, mesmo sozinho, como desenvolver uma nova habilidade (aprender a desenhar, tocar algum instrumento) ou retomar hábitos que você abandonou.

Autoconhecimento

Para o sucesso do tratamento, é importante considerar que o problema é mais estrutural do que parece. Busque o autoconhecimento e questione se você acredita que seu atual emprego é o que você realmente quer fazer da sua vida.

Algumas vezes, o que achamos ser fruto das circunstâncias, como o excesso de atribuições, na verdade tem origem em uma dinâmica interna. Muitas pessoas que sofrem da síndrome se sentem insuficientes, não acreditam no trabalho que realizam ou acreditam ser preciso passar por cima de valores morais para crescer na carreira.

Além disso, pode ser que você chegue à conclusão de que é inviável financeiramente trocar de emprego ou buscar novas experiências. Nesse caso, você precisa dinamizar a sua visão diante do trabalho e buscar equilíbrio fora dele, através dos hobbies e do aumento do convívio com amigos e familiares.

Estes questionamentos são importantes, porque a partir deles será possível encontrar um caminho mais leve, com mais realização pessoal, evitando que você volte a se sentir esgotado.

O que evitar na luta contra a Síndrome de Burnout?

Uma pessoa que está sofrendo com Burnout geralmente tenta contornar seus problemas sozinha. O medo de ser demitido, especialmente em um momento de crise econômica, é mais um fator adicional ao quadro todo, estimulando a busca por soluções paliativas.

Uma delas, que já mencionamos como sintoma, é trabalhar horas extras para tentar compensar os descuidos e enganos criados ao longo do dia por conta da falta de atenção. Apesar de parecer uma solução, essa atitude tem um efeito rebote devastador.

Um outro método muito comum é partir para o uso de substâncias químicas para dar conta de “sobreviver” mais um dia. Muitas pessoas com Burnout acabam aumentando o consumo de álcool, tabaco e energéticos. Além disso, algumas drogas ilícitas consideradas estimulantes podem agravar o quadro.

O efeito estimulante inicial dessas substâncias geralmente é seguido por quadros depressivos que, além de estimularem o vício, contribuem para o desestabilizar seu equilíbrio emocional, tão necessário à superação da síndrome.

Qual a diferença entre estresse e Burnout?

Não é qualquer tipo de situação estressante que coloca você no caos da Síndrome de Burnout. Todas as pessoas enfrentam momentos de tensão e pressão no dia a dia e acabam sentindo certo desgaste do corpo e da mente.

Mas esses momentos são passageiros. Sabe quando você entrega um grande projeto depois de alguns meses de trabalho árduo? A sensação de dever cumprido vem acompanhada de um cansaço que, normalmente, desaparece depois de alguns dias de descanso. Da mesma forma, uma semana estressante no trabalho pode facilmente ser esquecida após um fim de semana bem aproveitado.

Afinal, a vida não é simples e percalços estarão sempre no meio do caminho. Agora, se você não tem a oportunidade de ter intervalos entre um momento de estresse e outro, ou não se permite tê-los, você está se encaminhando para um problema maior.

A síndrome é causada pelo estresse excessivo e duradouro. Portanto, valorize seus momentos de descanso e desligue-se do trabalho quando estiver longe dele. Parece que você está adiantando o seu dia e facilitando as coisas ao verificar e responder e-mails durante a noite, mas você pode estar apenas negligenciando o descanso de que tanto precisa.

Que sinais podem indicar que você está no rumo do esgotamento profissional?

Antes de chegar à Síndrome de Burnout, seu corpo e sua mente já dão sinais de que você está a caminho do esgotamento. Saber identificá-los e tomar as atitudes necessárias é essencial para evitar um cenário mais grave. Mantenha a mente aberta: fingir que não possui nenhum destes sinais vai prejudicar apenas você mesmo.

Dias ruins

Você não se recorda quando foi a última vez em que teve um dia que considerasse bom. Mesmo seus finais de semana parecem passar como se não tivessem ocorrido.

Descuido com a vida profissional

Dar atenção à sua vida profissional, como atualizar o currículo, portfólio ou site, ir a determinado evento para estabelecer networking ou mesmo testar formas novas de realização de tarefas parece um grande desperdício de tempo.

Descuido com a vida pessoal

Da mesma forma, sua vida pessoal e doméstica também parece um desperdício. Você passa a acumular louça na pia e, se não tem alguém que faça por você, eventualmente se pega sem roupas limpas. A comemoração de aniversário de seu amigo de infância não parece atrativa, você começa a não comparecer aos eventos que amigos e familiares organizam.

Cansaço duradouro

Mesmo dormindo aparentemente bem, você se sente cansado durante o dia e consome mais estimulantes como cafeína. Você tem faltado à academia com frequência e tem evitado caminhar longas distâncias por uma aparente preguiça.

Tédio e multitasking

A maior parte das tarefas que você executa no seu dia a dia são entediantes. Como consequência, você acaba fazendo mais de uma coisa ao mesmo tempo, como consultar suas redes sociais enquanto redige um relatório.

Desmotivação

Além disso, você sente que seu trabalho não é valorizado o suficiente, que não recebe os devidos créditos pelo que faz ou que não apreciam seus esforços. Esse é mote constante de conversas mesmo fora do trabalho. Você está insatisfeito e isso o consome por boa parte do seu dia.

Busque o equilíbrio

Infelizmente, não lidamos apenas com a pressão do trabalho: textos motivacionais e livros de autoajuda muitas vezes também refletem a pressão por uma vida com significado, tão valorizada no mundo do trabalho. Esse discurso também pode ser motivo de estresse, já quem nem todos possuem liberdade financeira e oportunidades para trabalhar apenas com aquilo que traz felicidade.

No entanto, a felicidade tem relação direta com a saúde do corpo. Quando a maior parte do nosso dia a dia é preenchida com tarefas que não possuem nenhum sentido para nossa vida, não proporcionam crescimento ou desafio e nem têm impacto no que consideramos relevante, começamos a nos questionar os motivos de estarmos investindo todo o nosso tempo nelas.

A falta de motivação, quando aliada ao cansaço excessivo, pode levar mais rapidamente à Sindrome de Burnout. Por esse motivo, é importante encontrar o equilíbrio nas diversas áreas da nossa vida. Seja buscando um trabalho mais significativo, seja reencontrando no nosso atual trabalho o significado perdido. Mas, principalmente, nutrindo e encontrando sentido na vida fora do trabalho.

Burnout tem tratamento e pode ser contornada. Mas você deve encontrar o equilíbrio físico e mental para que ela não volte à sua vida. Curta a nossa página no Facebook para receber textos inspiradores que vão te ajudar a descobrir o que lhe faz feliz!

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